sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
Ellie
(T. Umrigar in: O Tamanho do Céu)
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
Frank
E ele havia cumprido sua palavra. Eles se casaram um ano depois, e Ellie sempre pôde contar com ele. Sempre, até aquela fatídica noite em que Benny morreu, quando ela precisou dele como nunca, e ele a abandonou para cuidar do seu próprio coração partido.
(T. Umrigar in: O Tamanho do Céu)
sábado, 22 de novembro de 2014
Um gato de rua chamado Bob
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
O que me faz pular
O que me faz pular. Um livro de perguntas e respostas - ocasionalmente alguns contos - onde um garoto autista, Naoki, responde sobre suas condições, sentimentos, frustrações, limitações... É um livro útil, todos deveriam ler. A mensagem é um pouco repetitiva, basicamente "Não desistam de nós", mas acho que é assim mesmo que deveria ser.
É um livro humano. Cativa a leitura. Se todos pensassem como Naoki, o mundo seria um lugar infinitamente melhor.
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Me ajude a chorar
Não foi dessa vez que Carpinejar me fez chorar.
Considerando que o título do livro pode servir tanto ao leitor quanto ao autor, penso que ele sim deve ter chorado, e não precisou de muita ajuda, não.
Posso dizer que, em alguns momentos, Carpinejar me fez é refletir. As crônicas são bem escritas, contam um bocado sobre a vida, martelam bastante sobre uma (suposta) separação, mas sei lá, não fiquei com aquele sentimento de "que pena que acabei este livro". Talvez, digo 'talvez', eu não esteja na vibe para apreciá-lo do jeito certo.
Suas crônicas são cheias de verdade, isso é fato. Em uma delas, ele diz:
Refletindo sobre as frases acima, penso que não só num relacionamento amoroso isso é verdadeiro. Em todo e qualquer tipo de relacionamento isso é uma verdade, e machuca igualmente. Quantos e quantos pseudo-amigos já me deixaram triste pela falta de 'lealdade'... coisas que você nunca esperaria que um amigo seu fizesse, e ele(a) vai lá e detona tudo, passa por cima de você e de seus achismos sem a menor cerimônia.
Não se pode ser amante, amigo, pai, mãe, irmão, sócio, seja lá o que for, sem lealdade. Não ter lealdade pelo seu par é o mesmo que não ter o mínimo de consideração por ele. É ser falso cem por cento do tempo, é estar ao lado somente por interesse, e nada mais.
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Como eu era antes de você
"- Ei, Clark. Conte alguma coisa boa."
Meu horizonte se abriu um pouco mais desde que li "Como eu era antes de você". Há tempos eu não me via caindo em lágrimas e questionando os valores da vida. A vida é tão breve, tão curta, tão frágil, e mesmo assim ainda valorizamos mais os nossos pequenos problemas cotidianos do que a dádiva que é viver.
Amizade, amor, esperança, respeito, aceitação, são as palavras-chave desse maravilhoso livro. Uma estória simples e sem surpresas, mas de uma sensibilidade enorme, que tocará o coração de qualquer um que a ler.
"- Olhei pela janela para o céu azul-claro da Suíça e contei a história de duas pessoas. Duas pessoas que não deviam se encontrar e que não gostaram muito um do outro quando se conheceram, mas que descobriram que eram as duas únicas pessoas no mundo que podiam se entender."
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Anna
(C. Anes in: O Sonho de Eva)
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Emílio
(J. Saramago in: Claraboia)
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Justina
(J. Saramago in: Claraboia)
sábado, 27 de julho de 2013
De Bello Gallico
Ontem estive numa livraria sebo e, como de costume, fui dar uma fuçada nas seletas latinas. De repente, uma pilha de livros caiu sobre mim. Ao recolher os livros do chão, me deparo com esta obra que procuro desde a vida passada: Commentarii de Bello Gallico (Comentários sobre a Guerra Gálica), de Julio Cesar. Eu tenho a versão digital desse livro, mas há alguns anos procuro uma versão impressa em Latim. Estou feliz! Ganhei o ano!
Esse livro, datado de 30 de Abril de 1925, pertenceu a Otavio Paes Leme Zamith (1907 - 1997). Otavio tinha por volta de 18 anos quando assinou (e provavelmente leu) o livro.
Para saber mais sobre o que Julio Cesar relata em sua obra: http://pt.wikipedia.org/wiki/De_Bello_Gallico
segunda-feira, 11 de março de 2013
Ser fiel
Não adianta ser fiel ao outro se a gente não é fiel a si. Mas não é simples assim: arenoso descobrir a nossa própria natureza e aceitá-la. Conhecer-me significa também não gostar daquilo que sou e ter que passar o resto da vida ao meu lado.
(F. Carpinejar in: Borralheiro: minha viagem pela casa)
sexta-feira, 8 de março de 2013
Das diferenças individuais
Eu faço as minhas coisas, você faz as suas
Não estou neste mundo para viver de acordo com suas expectativas
E você não está neste mundo para viver de acordo com as minhas
Você é você, e eu sou eu
E se por acaso nos encontrarmos, é lindo
Se não, nada há a fazer.
(F. S. Perls in: Gestalt - Terapia explicada)
quinta-feira, 7 de março de 2013
O lugarejo favorito
Alguma lágrima já consagrei a sua memória, num pavilhão arruinado que foi o seu lugarejo favorito e hoje é também o meu.
(J.W. Goethe in: Os sofrimentos do jovem Werther)
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Ufa!
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Clack!

Augustana - Boston
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
diaD

segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Da minha aldeia...
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Saudade do lado de lá...

Em meio a um cristal de ecos
O poeta vai pela rua
Seus olhos verdes de éter
Abrem cavernas na lua.
(...)
Vinícius de Moraes
Imagem: Lisboa, Parque das Nações, Ponte Vasco da Gama sobre rio Tejo
domingo, 29 de maio de 2011
Da minha janela...

Jota Quest - Só Hoje
É preciso estar distraído e não esperando absolutamente nada. Não há nada a ser esperado. Nem desesperado.
(Trecho de “Carta ao Zézim”, Caio Fernando Abreu)
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Happy New Year!!!
Receita de ano novo
Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)
Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.








