sábado, 17 de janeiro de 2015
Uma rosa
sábado, 17 de janeiro de 2015
Uma rosa é uma rosa é uma rosa. Exceto quando ela é amarela. Ou vermelha, ou cor-de-rosa, ou quando está fechada ou morrendo.
(V. Diffenbaugh in: A Linguagem das Flores)
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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
sábado, 10 de janeiro de 2015
Êxtase
sábado, 10 de janeiro de 2015
- Estou com medo - sussurrou ela.
- O que eu disse a você?
Ela vasculhou o milhão de conversas que ela e Daniel já haviam tido - as boas, as tristes, as discussões. Uma delas se ergueu acima das nuvens de sua mente.
Ela estava tremendo.
- Que você sempre irá me encontrar.
- Sim. Sempre. Não importa o que aconteça.
(L. Kate in: Êxtase)
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quinta-feira, 24 de julho de 2014
As modelos do meu jardim
quinta-feira, 24 de julho de 2014
Quando eu morava em apartamento, tentei por diversas vezes cuidar de plantinhas, e por maior que fosse o meu esforço, elas sempre morriam. Acho que plantas, de verdade, não gostam de apartamentos.
Agora que moro em uma casa, estou literalmente tirando a 'barriga da miséria'. Cuidar dos vasos tem sido uma ótima terapia :) Uma pena que Olga, minha labradora, não goste tanto assim, ou goste muito, sei lá, pois vive comendo minhas flores e cavando a terra.
sábado, 7 de junho de 2014
Felicidade
sábado, 7 de junho de 2014
Não se pode adquirir felicidade. A felicidade acontece e é um estado transitório.
(F. S. Perls in: Gestalt - Terapia explicada)
(F. S. Perls in: Gestalt - Terapia explicada)
Fleet Foxes - Helplessness Blues
domingo, 16 de junho de 2013
Rake's Progress
domingo, 16 de junho de 2013
Há tempos não escrevo por aqui. Estou tão enrolada nos meus experimentos - que se multiplicam em escala exponencial, que ando desmotivada até para jogar vídeo-game. Só os puzzles se salvam na história.
Pois bem, hoje estive no Theatro Municipal de São Paulo para assistir a Orquestra Experimental de Repertório (sob regência de Jamil Maluf) executando uma ópera de Igor Stravinsky, The Rake's Progress. Não preciso dizer que adorei, pois sou suspeita para falar de concertos e óperas.
A ópera fala, basicamente, de um sujeito (Tom Rakewell) que não é muito apegado ao trabalho e acredita ter recebido uma herança de um tio que nunca conheceu. A notícia da herança é dada por um suposto "empregado" do tio falecido, chamado Nick Shadow. Tom deixa a namorada (Anne) no campo e parte para Londres com Shadow, e ambos fazem um acordo: em exato 1 ano e 1 dia, Tom pagaria Nick por seus serviços.
Já em Londres, Tom, influenciado por Shadow, cai no submundo, e aí passam-se meses. Ainda sob influência, Tom casa-se com uma mulher barbada de circo (Baba, a Turca), mesmo sem ter esquecido o seu amor, Anne (a mocinha acaba indo atrás do amado, mas descobre que ele se casou). Insatisfeito com o casamento, Tom manda a Baba pras cucuias, sem contar que no mesmo período ele estava falido e todos os seus bens foram leiloados (inclusive a Baba, óhhh que dó).
Aí vem o ápice do enredo: após 1 ano e 1 dia, Shadow marca um encontro com Tom no cemitério, porque na verdade o Shadow era um capetão disfarçado e queria a alma do Tom (esse era o pagamento, sacou?). Atendendo aos pedidos de misericórdia, o diabo acaba fazendo uma proposta ao mocinho libertino, se ele ganhar num jogo de cartas, sua alma estará livre. Embora Tom tenha ganhado a aposta, o diabo vai embora levando consigo a razão do infeliz.
Tom fica louco, se achando Adônis à procura de sua Vênus. Anne vai visitá-lo no hospital de loucos, se finge de Vênus para não contrariá-lo, mas entende que seu amor nunca mais será retribuído da forma como deveria ser. Abandonado, Tom morre.
E aí vem a lição de moral: "para mãos, corações e mentes ociosas, o diabo acaba encontrando uma ocupação".
Em algumas partes, não lembra Fausto, de Goethe???
Bom, escrevi demais. Bora pular para as fotos.
Palco do Theatro Municipal.
Um dos salões do Theatro. No centro da sala (onde as pessoas estão concentradas), há uma mesa com tampo espelhado que reflete a obra pintada no teto. Desta maneira, não é preciso olhar para cima para apreciar a pintura.
Vale do Anhangabaú.
A Lua, toda tímida.
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sábado, 6 de abril de 2013
quinta-feira, 7 de março de 2013
O lugarejo favorito
quinta-feira, 7 de março de 2013
Alguma lágrima já consagrei a sua memória, num pavilhão arruinado que foi o seu lugarejo favorito e hoje é também o meu.
(J.W. Goethe in: Os sofrimentos do jovem Werther)
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sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Férias - as Minas das Gerais - dia 3
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Ai que a preguiça tomou conta por esses dias e não me deixou escrever... Mas vamos lá!
Terceiro dia, 20/07, sexta-feira. Logo cedo, zarpamos de São João del-Rei rumo a Tiradentes.
Como eu disse no post anterior, Tiradentes é uma cidade muito cara. É linda, mas é cara. Pernoitar e fazer compras na cidade são tarefas que esfolam o bolso do turista. Aproveitamos a manhã para tirar muitas fotos. Ah! Tiradentes é menor que São João del-Rei, um dia é o suficiente para conhecer a cidade (com calma, muuuita calma) =)

Tiradentes - Antiquário Nobre Decadência.

Tiradentes - Matriz de Santo Antônio.

Tiradentes - Matriz de Santo Antônio. Fachada de Aleijadinho.

Tiradentes - Vista da Matriz de Santo Antônio.
Ah, uma coisa interessante que quase ninguém repara quando visita uma igreja antiga: a maioria delas possui túmulos ao seu redor, de figuras que foram importantes para a cidade.

Tiradentes - Túmulo da Baronesa de Itaverava, bem em frente à porta da Matriz de Santo Antônio.

Tiradentes - Igreja de São João Evangelista. Local onde está enterrado o compositor Manoel Dias de Oliveira.

Tiradentes - Casa do Padre Toledo, um dos cabeças da Inconfidência Mineira.

Tiradentes - Cadeia pública.

Tiradentes - Igreja de Nossa Senhora do Rosário.

Tiradentes - Santuário da Santíssima Trindade. Provavelmente, foi o local onde Tiradentes escolheu a bandeira de Minas; o triângulo central da bandeira significaria a Santíssima Trindade.

Tiradentes - Largo das Forras. Quer um táxi? Fácil arranjar!!!
Como ninguém é de ferro, paramos para almoçar no Delícias Restaurante. E que delícia!!! Um tutu de feijão que nunca vi (e comi, claro) igual!!! O preço foi ótimo, a comida ótima, o atendimento ótimo, tudo ótimo! 5 estrelinhas para o Delícias. E atenção para as florzinhas que ficam no teto do restaurante, lindas!

Tiradentes - Florzinhas do Delícias Restaurante.
Depois de encher a pança, partimos rumo a Bichinho. Hã? Sim, é uma comunidade que tem por nome Bichinho, e que deu origem a cidade de Prados. Meigo, não? Eu achei fofo. Pena que em Bichinho não tem muito o que ver.

Bichinho - Entrada da cidade.
Perto de Bichinho, um ateliê na beira da estrada nos chamou muito a atenção. As esculturas das fotos foram feitas em pedra sabão. São perfeitas. Achei bacana o relógio de Sol. Quase todas as igrejas de Minas tem um relógio de Sol em alguma parte de sua estrutura, o problema é encontrar.

Bichinho - Artesanato em pedra sabão.

Bichinho - Artesanato em pedra sabão.

Bichinho - Igreja Matriz Nossa Senhora da Penha de França.
Saindo de Bichinho, fizemos o trajeto de 10km até Prados pela Estrada Parque Passos dos Fundadores, que fica na Serra São José. Não é um caminho que tem muitas paisagens, mas é legalzinho.
Prados é a cidade do artesanato de madeira. Cada uma das lojas da cidade é especializada num bichinho específico: tem aquela que faz galinhas de angola, outra que faz pombinhas da paz, outra que faz esculturas de animais em tamanho grande, e por aí vai.

Prados - Artesanato local.

Prados - Artesanato local.

Prados - Artesanato local.

Prados - Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição.

Prados - Interior da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição.

Prados - Capela de Nossa Senhora do Rosário.

Prados - Vista da cidade.
Esticamos até Congonhas para pernoitar. Ficamos no Hotel Colonial, por 95,00 a diária. O hotel é bem legal e a vista de alguns quartos dá para o mais importante ponto turístico da cidade: a Basílica do Senhor Jesus de Matosinhos - assunto para o próximo post, hehe =)
Estava acontecendo na cidade o Festival de Inverno. Tomamos uns chocolates para esquentar e assistimos, na faixa, ao show de uma banda local.

Congonhas - Basílica do Senhor Jesus de Matosinhos.

Congonhas - Basílica do Senhor Jesus de Matosinhos vista do nosso quarto no Hotel Colonial.
Resumo do terceiro dia:
Terceiro dia, 20/07, sexta-feira. Logo cedo, zarpamos de São João del-Rei rumo a Tiradentes.
Como eu disse no post anterior, Tiradentes é uma cidade muito cara. É linda, mas é cara. Pernoitar e fazer compras na cidade são tarefas que esfolam o bolso do turista. Aproveitamos a manhã para tirar muitas fotos. Ah! Tiradentes é menor que São João del-Rei, um dia é o suficiente para conhecer a cidade (com calma, muuuita calma) =)




Ah, uma coisa interessante que quase ninguém repara quando visita uma igreja antiga: a maioria delas possui túmulos ao seu redor, de figuras que foram importantes para a cidade.







Como ninguém é de ferro, paramos para almoçar no Delícias Restaurante. E que delícia!!! Um tutu de feijão que nunca vi (e comi, claro) igual!!! O preço foi ótimo, a comida ótima, o atendimento ótimo, tudo ótimo! 5 estrelinhas para o Delícias. E atenção para as florzinhas que ficam no teto do restaurante, lindas!

Depois de encher a pança, partimos rumo a Bichinho. Hã? Sim, é uma comunidade que tem por nome Bichinho, e que deu origem a cidade de Prados. Meigo, não? Eu achei fofo. Pena que em Bichinho não tem muito o que ver.

Perto de Bichinho, um ateliê na beira da estrada nos chamou muito a atenção. As esculturas das fotos foram feitas em pedra sabão. São perfeitas. Achei bacana o relógio de Sol. Quase todas as igrejas de Minas tem um relógio de Sol em alguma parte de sua estrutura, o problema é encontrar.



Saindo de Bichinho, fizemos o trajeto de 10km até Prados pela Estrada Parque Passos dos Fundadores, que fica na Serra São José. Não é um caminho que tem muitas paisagens, mas é legalzinho.
Prados é a cidade do artesanato de madeira. Cada uma das lojas da cidade é especializada num bichinho específico: tem aquela que faz galinhas de angola, outra que faz pombinhas da paz, outra que faz esculturas de animais em tamanho grande, e por aí vai.







Esticamos até Congonhas para pernoitar. Ficamos no Hotel Colonial, por 95,00 a diária. O hotel é bem legal e a vista de alguns quartos dá para o mais importante ponto turístico da cidade: a Basílica do Senhor Jesus de Matosinhos - assunto para o próximo post, hehe =)
Estava acontecendo na cidade o Festival de Inverno. Tomamos uns chocolates para esquentar e assistimos, na faixa, ao show de uma banda local.


Resumo do terceiro dia:
- A comida do Delícias Restaurante é muito boa.
- Evite fazer compras em Tiradentes, tudo é muito caro.
- Prados é uma ótima cidade para comprar artesanato em madeira; procure visitar os ateliês.
- A hospedagem em Congonhas é uma boa opção; compensa ficar no Hotel Colonial.
- Não deixe de tirar fotos noturnas da Basílica do Senhor Jesus de Matosinhos
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quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Férias - as Minas das Gerais - dia 2
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Segundo dia, 19/07, quinta-feira. Depois de uma noite mal dormida e de algumas reclamações com os funcionários da Pousada Primavera, o dono da mesma nos propôs mudar de quarto. Desta vez, fomos alocados em um quarto bonito, onde o chuveiro esquentava, a cama era boa e a porta não tinha frestas. Entretanto, continuamos de frente à BR. Tudo bem, sem ter opção e pelo mesmo valor de diária, aceitamos.
Tiramos a manhã para conhecer São João del-Rei. Várias pessoas famosas nasceram nessa cidade, entre elas o inconfidente Tiradentes e o ex-presidente Tancredo Neves. A cidade inteira é histórica, impossível não se impressionar com a imponência da arquitetura. Outra coisa que nos chamou a atenção: o céu. O céu azul de Minas é espetacular.
A cidade é cheia de pontos turísticos, a começar pelas igrejas. Para visitá-las é necessário pagar uma taxa (cerca de 2,00, cada); o lado bom é que permitem que fotos sejam tiradas. Também é importante se atentar para o horário de funcionamento, a maioria delas fecha durante o horário de almoço. E por falar em almoço, o Restaurante 611 que fica no centro da cidade, entre as igrejas Nossa Senhora do Pilar e Nossa Senhora do Carmo, serve uma típica comida mineira muito gostosa =)








É tanta igreja que até nos esquecemos do resto. Na cidade ainda existem alguns museus e um passeio de Maria Fumaça que faz o trajeto de São João del-Rei para Tiradentes; infelizmente não conseguimos fazer esse passeio, deixamos para a próxima.









No período da tarde esticamos até Resende Costa, a cidade do tear. A cidade não tem muitos pontos turísticos, mas tem dezenas, repito, DEZENAS, de lojas que vendem tapetes, toalhas, mantas, redes, almofadas etc. O preço é EXTREMAMENTE atrativo. A mulherada fica alucinada nesse lugar.




Depois das compras e com o carro uns 50 quilos mais pesado, passamos pela cidade de Prados. Já era fim de tarde e não conseguimos ver muita coisa - exceto a iluminação das igrejas, hehe.


Para fechar a noite jantamos em Tiradentes. Chegamos na cidade por volta das 20 horas, e os bares e restaurantes estavam abarrotados. Nesta época do ano, além das férias, as cidades mineiras costumam encher por conta do Festival de Inverno promovido pelas prefeituras em parceria com as universidades.
TUDO em Tiradentes é CARO. Não é um caro qualquer, é um caro ABSURDO (só perde para Ouro Preto). As pousadas são caras, o artesanato é caro, a comida é cara.
Comemos na pizzaria Vovó & Cia e, embora o preço tenha sido salgado ($$), a pizza estava saborosa. Enquanto esperávamos - demoram muito para servir - jogamos umas rodadas de 'palitinho' (nem preciso dizer que bati o Tony por 5 x 2, hehe) e apreciamos uma dose do conhaque Fundador para nos manter aquecidos. Como faz frio em Tiradentes!


Resumo do segundo dia:
Tiramos a manhã para conhecer São João del-Rei. Várias pessoas famosas nasceram nessa cidade, entre elas o inconfidente Tiradentes e o ex-presidente Tancredo Neves. A cidade inteira é histórica, impossível não se impressionar com a imponência da arquitetura. Outra coisa que nos chamou a atenção: o céu. O céu azul de Minas é espetacular.
A cidade é cheia de pontos turísticos, a começar pelas igrejas. Para visitá-las é necessário pagar uma taxa (cerca de 2,00, cada); o lado bom é que permitem que fotos sejam tiradas. Também é importante se atentar para o horário de funcionamento, a maioria delas fecha durante o horário de almoço. E por falar em almoço, o Restaurante 611 que fica no centro da cidade, entre as igrejas Nossa Senhora do Pilar e Nossa Senhora do Carmo, serve uma típica comida mineira muito gostosa =)

São João del-Rei - Igreja Nossa Senhora do Carmo.

São João del-Rei - Igreja Nossa Senhora do Rosário.

São João del-Rei - Igreja Nossa Senhora do Pilar.

São João del-Rei - Interior da Igreja Nossa Senhora do Pilar.

São João del-Rei - Detalhes do interior da Igreja Nossa Senhora do Pilar, a quarta igreja mais rica do país.

São João del-Rei - Pela escadaria ao lado direito da Igreja Nossa Senhora do Pilar na foto, já avistamos a Igreja Nossa Senhora das Mercês.

São João del-Rei - Igreja Nossa Senhora das Mercês.

São João del-Rei - Vista da Igreja Nossa Senhora das Mercês. Desta posição podemos ver quatro igrejas da cidade; onde está Wally?
É tanta igreja que até nos esquecemos do resto. Na cidade ainda existem alguns museus e um passeio de Maria Fumaça que faz o trajeto de São João del-Rei para Tiradentes; infelizmente não conseguimos fazer esse passeio, deixamos para a próxima.

São João del-Rei - Teatro Municipal.

São João del-Rei - Ponte da Cadeia. Os escravos eram leiloados aí.

São João del-Rei - Passinho do Largo das Mercês. Em várias cidades de Minas existem pequenas cinco capelas, os passinhos, que são usadas para a Via Sacra de rua no período quaresmal.

São João del-Rei - Pelourinho.

São João del-Rei - Solar da Baronesa de Itaperava, a Rainha do Sal. Atualmente, abriga o Centro Cultural da UFSJ.

São João del-Rei - Solar dos Neves. Residência do ex-presidente Tancredo Neves, ainda pertence à família.

São João del-Rei - Solar dos Lustosa. Dr. Lustosa desenvolveu a famosa cera artesanal capaz de aliviar dores de dente.

São João del-Rei - Rua da Cachaça.

São João del-Rei - Rua Santo Antonio, a mais antiga da cidade. Conhecida como rua das casas tortas.
No período da tarde esticamos até Resende Costa, a cidade do tear. A cidade não tem muitos pontos turísticos, mas tem dezenas, repito, DEZENAS, de lojas que vendem tapetes, toalhas, mantas, redes, almofadas etc. O preço é EXTREMAMENTE atrativo. A mulherada fica alucinada nesse lugar.

Resende Costa - Igreja Matriz de Nossa Senhora da Penha de França.

Resende Costa - Interior da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Penha de França.

Resende Costa - Tear.

Resende Costa - Artesanato local.
Depois das compras e com o carro uns 50 quilos mais pesado, passamos pela cidade de Prados. Já era fim de tarde e não conseguimos ver muita coisa - exceto a iluminação das igrejas, hehe.

Prados - Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição.

Prados - Capela Nossa Senhora do Rosário.
Para fechar a noite jantamos em Tiradentes. Chegamos na cidade por volta das 20 horas, e os bares e restaurantes estavam abarrotados. Nesta época do ano, além das férias, as cidades mineiras costumam encher por conta do Festival de Inverno promovido pelas prefeituras em parceria com as universidades.
TUDO em Tiradentes é CARO. Não é um caro qualquer, é um caro ABSURDO (só perde para Ouro Preto). As pousadas são caras, o artesanato é caro, a comida é cara.
Comemos na pizzaria Vovó & Cia e, embora o preço tenha sido salgado ($$), a pizza estava saborosa. Enquanto esperávamos - demoram muito para servir - jogamos umas rodadas de 'palitinho' (nem preciso dizer que bati o Tony por 5 x 2, hehe) e apreciamos uma dose do conhaque Fundador para nos manter aquecidos. Como faz frio em Tiradentes!

Tiradentes - Conhaque e palitinhos no restaurante Vovó & Cia.

Tiradentes - Igreja Matriz Santo Antonio.
Resumo do segundo dia:
- São João del-Rei tem muitos atrativos turísticos; para visitar o centro histórico é necessário, pelo menos, um dia inteiro.
- O restaurante 611, em São João del-Rei, é uma ótima opção para o almoço.
- Resende Costa é uma ótima cidade para compras de tapetes e similares; não tem atrativos turísticos.
- Não deixe para comprar artesanatos, lembrancinhas, ou qualquer outra tranqueira em Tiradentes; tudo lá é muito mais caro.
- Para jantar, Tiradentes tem mais opções que São João del-Rei.
- Em alta temporada é impossível conseguir hospedagem barata em Tiradentes. Mesmo assim, se quiser se hospedar lá, faça reserva com antecedência.
- O licor de chocolate vendido em Tiradentes é fabricado na cidade de Atibaia, SP. Tal informação vem escrita somente na embalagem de papelão do produto, ou seja, não fica à mostra na loja. Portanto, se você for paulista, fica a dica: compre em Atibaia que será mais barato!
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