sábado, 17 de janeiro de 2015

Uma rosa

sábado, 17 de janeiro de 2015

Uma rosa é uma rosa é uma rosa. Exceto quando ela é amarela. Ou vermelha, ou cor-de-rosa, ou quando está fechada ou morrendo.

(V. Diffenbaugh in: A Linguagem das Flores)

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Victoria

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

(...) Se fosse verdade que o musgo não tinha raízes e que o amor materno poderia crescer espontaneamente, vindo do nada, talvez eu tivesse me enganado ao me julgar incapaz de criar minha filha. Talvez os indiferentes, os rejeitados, os mal-amados pudessem aprender a dar amor com tanta abundância quanto qualquer outra pessoa. (...) Com o tempo, nos acostumaríamos uma à outra e eu aprenderia a amá-la como uma mãe ama sua filha, de forma imperfeita e sem raízes.

(V. Diffenbaugh in: A Linguagem das Flores)