domingo, 31 de agosto de 2014

A Bienal do Livro de SP 2014

domingo, 31 de agosto de 2014
Ontem estive na Bienal do Livro de SP. Passei umas duas horas na fila de entrada (cuja velocidade era moderada), que de organizada não tinha nem a letra O. Como era de se esperar, o lado interno estava igualmente lotado ao lado externo, e as pessoas, com sua educação 'europeia', só faltavam passar por cima das outras para alcançar seu destino. Cotoveladas, empurrões, xingamentos, essas foram as primeiras coisas que eu observei de um 'povo que lê'. Para o meu alívio, encontrei de imediato um estande da Taschen, onde pude me recompor e também perceber que os preços não estavam lá aquelas coisas... Pelo menos pude tocar num livro do H. Bosch que custava 800 e tralalá, e ouvir logo em seguida da vendedora que 'livros caros' eles manuseiam porque a gente pode estragar rsrsrs. Tá certo, né! Ainda agradeci, mas só não comprei para não dar comissão a ela! rsrsrs

Depois de muito avançar no campo de batalha, ops, nos corredores da Bienal, percebi que eu não deveria ter olhado os preços dos livros que eu queria na Internet. Andei, andei e andei mais ainda, e tive que comprar uma garrafinha de água - por 4 reais, pois já estava parecendo um pangaré velho de guerra morrendo de sede. Impressão minha ou tudo é bem salgadinho na Bienal? (Exceto o saldão da Saraiva, que estava vendendo aqueles livros que você nunca viu na vida por 10 contos).

Para não dizer que saí de mãos vazias do maior evento literário da América Latina, comprei dois livros no estande da Livraria Unicamp, que realmente estavam com o desconto informado.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

As modelos do meu jardim

quinta-feira, 24 de julho de 2014
Quando eu morava em apartamento, tentei por diversas vezes cuidar de plantinhas, e por maior que fosse o meu esforço, elas sempre morriam. Acho que plantas, de verdade, não gostam de apartamentos. 

Agora que moro em uma casa, estou literalmente tirando a 'barriga da miséria'. Cuidar dos vasos tem sido uma ótima terapia :) Uma pena que Olga, minha labradora, não goste tanto assim, ou goste muito, sei lá, pois vive comendo minhas flores e cavando a terra. 







sexta-feira, 18 de julho de 2014

Painted Cat

sexta-feira, 18 de julho de 2014
Tenho tantos puzzles para postar, e nenhum ânimo para isso... Estou num clima que eu não deveria estar: o de férias.

Mas vamos lá, falarei sobre um White Mountain. Essa marca é norte-americana e fabrica uns temas bem legais e coloridos. O encaixe é bom, não tem tanto farelo na caixa e as peças são rígidas. As peças geralmente são maiores que o tamanho padrão e o corte é irregular. Na figura abaixo dá para notar essa diferença de tamanho; a primeira peça é uma White Mountain, a segunda é uma Grow e a terceira uma Ravensburger.


Outra coisa interessante é que a marca possui facas de corte com moldes diferentes, isso significa que, se uma peça faltar em seu quebra-cabeça não adianta pedir reposição da dita cuja, pois você pode receber uma peça que não corresponde ao mesmo formato da peça faltante. O lado bom é que a chance de você receber um quebra-cabeça faltando peças é praticamente nula, e caso isso venha a acontecer (para não dizer, caso você venha a perder uma peça), a marca se dispõe a enviar um quebra-cabeça inteiro de reposição. O lado ruim é que eles não enviam para o Brasil.

Eu montei um queridinho da marca: Painted Cat. Esse quebra-cabeça faz parte de uma coleção com quatro gatinhos e faz o maior sucesso. Ele montado fica assim, realmente uma graça:


Agora os dados técnicos: Puzzle White Mountain, Painted Cat, 1000 peças, 61 x 66 cm.

sábado, 7 de junho de 2014

Felicidade

sábado, 7 de junho de 2014
Não se pode adquirir felicidade. A felicidade acontece e é um estado transitório.

(F. S. Perls in: Gestalt - Terapia explicada)


Fleet Foxes - Helplessness Blues

terça-feira, 3 de junho de 2014

Hometown Lake

terça-feira, 3 de junho de 2014
Mais um puzzle terminado do pintor da luz. As imagens de Thomas Kinkade são tão, tão lindas, que dá vontade de fazer coleção de todos os seus quebra-cabeças.

Também vale ressaltar a qualidade da marca alemã Schmidt. Na minha opinião, essa marca é uma das melhores; encaixe perfeito, ótima impressão, peças não amassam e não esfarelam.


Descrição: Schmidt, Thomas Kinkade - Hometown Lake, 1500 peças, 83,6 x 58,8 cm.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Amsterdã

segunda-feira, 2 de junho de 2014
A Game Office lançou 4 novos quebra-cabeças há algumas semanas, dois com 500 peças (Amsterdã e Veneza) e dois com 1000 peças (Roma e Paris). Para variar, eles se superaram, as imagens são muito bonitas.

Já montei um com 500 peças:


Os dados técnicos: Puzzle Game Office, Holanda - Amsterdã, 500 peças, 35 x 48 cm.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Blue Moon

quinta-feira, 15 de maio de 2014
No ano passado, a Grow tentou inovar e lançou um quebra-cabeça holográfico. Confesso que eu gostei da ideia e corri para comprar um exemplar.

Como nem tudo é perfeito, a qualidade do plástico holográfico, que fica sobre a peça, não é das melhores, e durante o processo de montagem percebi que várias peças já estavam com a holografia descolando. Uma pena.

Em relação à imagem a Grow acertou em cheio, na minha opinião. Adoro as imagens do Andy Russell. Só achei estranho omitirem o nome do artista na caixa do quebra-cabeça. Impressão minha ou a Grow só faz questão de imprimir o nome 'Britto' em suas caixas?

Eu, particularmente, acho as obras do Andy Russell muito mais interessantes e bonitas do que as obras do Britto. Penso que poderiam lançar mais imagens desse artista, só que sem a holografia.

O quebra-cabeça montado fica bonito assim:


Até a caixa é holográfica:


E a imagem original é esta:


Linda imagem, não? Vou lançar a campanha: troquem o Britto pelo Russell!

Ah! Os dados técnicos do quebra-cabeça, claro! Puzzle Grow, Blue Moon, 1000 peças, 45,3 x 63,7 cm.