Em cima da mesa de exames do doutor Hightower, Grace agia como se o ferimento fosse parte da vida, e que, sem ressentimentos, toleraria o que quer que acontecesse com ela, até o sol atravessar a neblina dos problemas e enquentá-la novamente. Lila viu que havia muito a entender sobre ficar na superfície, como Grace fazia, em vez de mergulhar na lama. A maneira certa de seguir a vida era aceitar o que ela era, não ficar obcecada pelos motivos que a deixaram assim.
(K. von Kreisler in: Um milagre chamado Grace)