terça-feira, 26 de março de 2013
Coliseu de Roma
terça-feira, 26 de março de 2013
Para não perder o costume, mais um puzzle!
Os dados técnicos: Puzzle Grow, Coliseu de Roma, 500 peças, 36,5 x 49,5cm.
domingo, 24 de março de 2013
Rachmaninov
domingo, 24 de março de 2013
Na minha opinião, a música clássica é poderosa. Em seus movimentos, ela consegue nos deixar tristes, felizes, eufóricos, relaxados ou agitados... Ela consegue nos fazer sonhar, consegue nos levar para outras dimensões. Ela cria um mundo todo, só nosso, quando a ouvimos com o 'coração'.
Hoje tive o privilégio de ouvir a Orquestra Sinfônica Municipal executar um de meus concertos favoritos, o número 2 para piano em Dó menor, op. 18, de Rachmaninov. O segundo movimento (adagio sustenuto) é o meu preferido.
Como compramos os ingressos com bastante antecedência, Tony e eu conseguimos dois lugares em um Camarote. A vista de lá:
Fantástico, não? Mal posso esperar pelo próximo concerto =)
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Rachmaninov
sábado, 23 de março de 2013
Noite de luz
sábado, 23 de março de 2013
Na falta do que fazer, montei mais um puzzle. Na verdade, tenho muito o que fazer, só que vício é embaçado. Se fico muito tempo longe de puzzles, começo a tremer, babar, ter alucinações...
Os dados técnicos: Puzzle Grow, Noite de luz, 500 peças, 36,5 x 49,5cm.
Os dados técnicos: Puzzle Grow, Noite de luz, 500 peças, 36,5 x 49,5cm.
quinta-feira, 21 de março de 2013
Veneza
quinta-feira, 21 de março de 2013
Mais um puzzle que montei dia desses. Lá vai:
terça-feira, 19 de março de 2013
Feriado produtivo
terça-feira, 19 de março de 2013
Hoje é feriado - prolongado - em São José dos Campos, e eu só descobri isso na hora do almoço. O lado bom desse desconhecimento de feriado foi que eu não fiz plano algum de passeio, logo não parei de trabalhar na sexta-feira passada. E outra, mesmo que eu "quisesse" passear, não daria certo: estou sem dinheiro e com tarefas até o pescoço (sem contar o cesto de roupa suja que tenho para lavar e uma cadeira com roupa até o teto para passar). Pior do que ser estudante é não ter faxineira/passeira/lavadeira; é muito complicado conciliar as tarefas do lar com as tarefas acadêmicas. E nem citei o cachorro.
Mesmo sendo feriado, com chuva e frio, vim para o Instituto. Incrível como este lugar está às moscas, e isso não é por causa do feriado, não! Durante a semana, em dias úteis e normais, o movimento também está fraquíssimo. Fico comparando os dias de hoje com a época em que ingressei no Mestrado, em meados de 2006, para fazer matéria isolada. As salas eram lotadas de alunos de pós-graduação, tínhamos que concorrer por uma mesa e cadeira caso quiséssemos desenvolver a pesquisa aqui dentro, usando a infra-estrutura da Computação. Hoje, a sala mais cheia é a que me encontro, com 6 alunos (e somente eu e mais 2 alunos em tempo integral e dedicação exclusiva), justamente porque é a única sala onde o ar-condicionado funciona; as outras salas estão vazias.
O bom desse 'esvaziamento' é que temos mais tranquilidade e silêncio para trabalhar, mas eu penso que é terrível não ter pessoas para vez ou outra conversar, compartilhar as expectativas e frustrações do curso e do andamento das pesquisas, trocar ideias, entre outras coisas. De fato, a minha época mais produtiva aqui no Instituto foi durante o Mestrado, quando eu tinha mais pessoas para conversar e trocar ideias a respeito dos meus projetos.
O contato, ou networking, é fundamental no meio acadêmico. Esse papo de que cientista é bicho isolado é furado. Hoje em dia não tem como se isolar. É como ir em um congresso (ou simpósio, workshop, que seja) e não trocar uma palavra com as outras pessoas que lá estão. Além de ter conhecimento, temos que expor e fazer valer esse conhecimento; compartilhar ideias, fazer parcerias em projetos, montar grupos de pesquisas com outros institutos e universidades. E é nessa hora que eu penso: estaria o ITA se transformando numa ilha isolada?
domingo, 17 de março de 2013
Da série Dreamlands - Kush
domingo, 17 de março de 2013
Montei tantos puzzles nos últimos tempos, que estou até perdida sobre como publicá-los aqui... Vai um de cada vez, acho que termino até a Copa.
Os dados técnicos: Puzzle Heye, Vladimir Kush - Windmill, Coleção Dreamlands, 1000 peças, 68 x 48cm, importado da Alemanha.
segunda-feira, 11 de março de 2013
Ser fiel
segunda-feira, 11 de março de 2013
Não adianta ser fiel ao outro se a gente não é fiel a si. Mas não é simples assim: arenoso descobrir a nossa própria natureza e aceitá-la. Conhecer-me significa também não gostar daquilo que sou e ter que passar o resto da vida ao meu lado.
(F. Carpinejar in: Borralheiro: minha viagem pela casa)
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